Termos semelhantes:

Candidíase, Vaginose Bacteriana, Vaginose Citolítica, Vaginite Descamativa, Desequilíbrio da Microbiota Vaginal, Infecção por Estreptococos do Grupo B, Estreptococcus agalactae, Ureaplasma, Micoplasma, Clamídia e Gonococo, Tricomonas.

Principais queixas:

  • Corrimento branco grumoso
  • Corrimento amarelado bolhoso
  • Ardência
  • Coceira
  • Dor na relação sexual
  • Sangramento pós-relação sexual

Antigamente os sintomas eram os grandes direcionadores para o diagnóstico. Pensávamos em Candidíase quando o corrimento era branco grumoso associado a coceira e sem odor ou em Vaginose Bacteriana quando o corrimento era amarelado com odor forte. Investigávamos Infecções Sexualmente Transmissíveis ou tratavamos pela questão epidemiológica do caso.

O mundo mudou, microorganismos estão cada vez mais resistentes às medicações. Com o avanço tecnológico e os exame modernos passamos a conseguir identificar novos agentes e perceber que aqueles casos com baixa resposta muitas vezes eram infecções mistas ou até agentes diferente do que imaginávamos apenas pela suspeita clínica (conversa e exame físico).

Diante de uma primeira infecção podemos tratar de imediato, mas quando ocorre recorrência ou resposta parcial ao tratamento é importante procurar uma Ginecologista capacitada para a investigação detalhada. Somente após essa avaliação é possível fechar o diagnóstico e estabelecer o tratamento específico e individualizado.

Principais exames

Solicitados na investigação de quadro de Vulvovaginite Recorrente:

  • GRAM de esfregaço circular de secreção vaginal.
  • Cultura para fungo com antifungigrama.
  • Cultura para estreptococcus agalactiae.
  • PCR para Micoplasma e Ureaplasma.
  • PCR para Gonococo e Clamídia.
  • PCR para Tricomonas.
  • Painel Molecular para Cândida.
  • Microbioma Vaginal VB.

O tratamento deve envolver:

  • Quebra de biofilme.
  • Tratamento específicos para os agentes identificados.
  • Mudanças comportamentais e alimentares.
  • Tratamento do(s) parceiro(s) sempre que indicado.
  • Equilíbrio da microbiota vaginal.

O impacto físico e emocional das Vulvovaginites de Repetição é imenso. Pior do que ter muitas crises e estar tratando para uma coisa e na realidade ter outra.

Nossa Equipe de Ginecologistas do Grupo Elas possui profissionais treinadas e qualificadas para investigar e tratar esses quadros. Sempre que necessário reunimos os profissionais para discussão dos casos mais desafiadores com apoio de farmacêuticas para nos ajudar a definir a terapêutica mais ajustada.

Dra. Thalia Maia

Ginecologista em Brasília,  CRM-DF: 19006, RQE: 15766

Ginecologia | Estética Íntima | Cirurgia Ginecológica | Sexualidade

“Se é possível melhorar questões emocionais e mudar a auto-estima da mulher com bom senso, ética e profissionalismo, por que não?”

CONHEÇA A MÉDICA

Agende sua consulta

AGENDE SUA CONSULTA